Deus requer perfeição
Deus requer perfeição. Nós queremos nos lembrar disso, que não há nada incompleto que possa ir à Presença de Deus. Deve ser perfeito, nossa adoração, tudo.
Agora, no jardim do Éden, Deus tinha Adão e Eva no jardim. E eles pecaram e transgrediram as leis de Deus ao pecar, desobediência. E quando a transgressão vem, desobediência é a transgressão da lei. E a lei de Deus, Ele sendo santo, inadulteradamente santo, então, nenhuma mancha de impureza pode, algum dia, permanecer em Sua Presença. Então, se o pecado veio ao mundo pela transgressão, então o pecado tem de ser acertado antes mesmo que o pecador possa estar na Presença de Deus.
Agora, se não há lei, então não há justiça. Mas a lei requereu, ou...A justiça requer uma lei, quando é - é invocada, ela projeta justiça.

Agora, pela lei, nenhuma carne é salva. Agora, a lei não pode nos salvar. A lei era aquilo que nos colocava na cadeia, mas ela não tinha nenhum poder redentor. A lei apenas nos mostrava que éramos pecadores e nos condenava. Isto é o que a lei deve fazer. É para trazer condenação, ou para mostrar-lhe onde está o seu erro. Então a lei, propriamente dita, não podia salvar. Ela podia somente acusar.E Deus, sendo santo e justo, Ele tinha de ter uma acusação. Ele tinha de processar o pecador porque ele tinha cruzado os limites da graça e tinha se tornado um cidadão violador da lei. Então ele tinha de receber o devido tratamento.
E toda lei tem uma penalidade, pois, a penalidade por transgredir a lei de Deus é morte. E ela tinha que projetar morte para a raça humana. E toda a raça humana está sob pena desta lei.
Agora, quando Adão e Eva tinham pecado, não havia maneira, nenhum outro remédio para que pudessem algum dia estar na Presença de Deus novamente, a menos que aquele pecado fosse acertado. E nenhum homem pode cometer pecado de qualquer tipo, não importa quão pequeno ou quão grande, aquele pecado individual tem de ser acertado antes que aquele que o cometeu possa ficar na Presença do Santo Deus.
De forma que, quando Adão e Eva tinham pecado e tinham transgredido a lei, eles eram súditos da morte. E a lei tinha de ser executada; por conseqüência, isso colocou toda a raça humana sob a pena de morte. Agora, se pudermos simplesmente nos acalmar por uns momentos agora, em nosso pensamento, e olhar para este grande quadro, e lembrar que cada pessoa aqui está inclusa nisto. Cada homem e mulher, criança, está incluído na pena de morte, pela transgressão do cabeça da raça humana, Adão; pela sua transgressão cada um de nós caiu vítima do pecado.
E o pecado tem de ser acertado. E então, Deus, em Sua grande infinidade e Seu grande amor...A lei era para separar o pecador de seu Criador; então ele ficou aniquilado, e totalmente aniquilado, não haveria maneira dele jamais voltar, a menos que aquele pecado fosse acertado. E seria muito fácil então crer em uma total aniquilação do pecador no final, pois ele está completamente, para sempre separado da Presença de Deus.
Agora notem este pecado. E como Deus, sendo justo, e nada mais Ele podia fazer senão ser justo, pois Ele é o recurso de toda justiça, então não haveria nada mais para Ele fazer a não ser aplicar a pena por esta transgressão. E a pena era morte, pois Ele disse: “No dia em que comerdes dela, nesse dia certamente morrereis.” Agora, é um quadro escuro o que temos aqui.
Mas então se voltarmos só um pouquinho, e verificarmos os próprios atributos de Deus, a Bíblia claramente nos diz que “Deus é amor”. Mas ainda sendo amor, Ele tem de ser justo. Então, amor não significa apenas uma coisa que se possa acariciar ou brincar. Amor é a justiça de Deus.
Agora, quando Deus viu que Seus filhos tinham transgredido Sua lei e que deveriam padecer a morte, então o amor soberano entrou em cena para fazer um caminho. Pois Deus viu que era para estes filhos ser absolutamente, totalmente aniquilados de Sua Presença. Não havia nada mais a ser feito, pois tinham transgredido Sua lei, e a pena de Sua lei era morte.
E então o amor de Deus se compadeceu de Seus súditos. E quando o amor divino é projetado, a graça soberana produz o objeto do amor. E Deus, por presciência, quando Ele tanto amou Sua raça; ainda, sob a penalidade, Ele fez com que a morte substitutiva sucedesse no jardim do Éden. Isto é, Ele substituiu uma criatura inocente, um cordeirinho, que não conhecia pecado, e serviu como substituto, para obrar e para morrer no lugar do pecador culpado. E foi um cordeiro, morto, para manter a vida de Seus súditos.
Por todo o Antigo Testamento oferecia-se o sangue de cordeiros e cabritos, ovelhas, touros e novilhas, uma morte substitutiva. Mas, em toda a grande economia de Deus, havia no fundo de Sua mente, o real Objeto por vir, o que seria. Eles eram sobras do real Objeto que estava por vir. E o real Objeto que estava por vir era Seu Filho unigênito. Todos os cordeiros que morreram eram apenas uma sombra. E eles apenas falavam da vinda do Calvário.
Mensagem: A Perfeição - parágrafos: 8-21
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Agora, no jardim do Éden, Deus tinha Adão e Eva no jardim. E eles pecaram e transgrediram as leis de Deus ao pecar, desobediência. E quando a transgressão vem, desobediência é a transgressão da lei. E a lei de Deus, Ele sendo santo, inadulteradamente santo, então, nenhuma mancha de impureza pode, algum dia, permanecer em Sua Presença. Então, se o pecado veio ao mundo pela transgressão, então o pecado tem de ser acertado antes mesmo que o pecador possa estar na Presença de Deus.
Agora, se não há lei, então não há justiça. Mas a lei requereu, ou...A justiça requer uma lei, quando é - é invocada, ela projeta justiça.

Agora, pela lei, nenhuma carne é salva. Agora, a lei não pode nos salvar. A lei era aquilo que nos colocava na cadeia, mas ela não tinha nenhum poder redentor. A lei apenas nos mostrava que éramos pecadores e nos condenava. Isto é o que a lei deve fazer. É para trazer condenação, ou para mostrar-lhe onde está o seu erro. Então a lei, propriamente dita, não podia salvar. Ela podia somente acusar.E Deus, sendo santo e justo, Ele tinha de ter uma acusação. Ele tinha de processar o pecador porque ele tinha cruzado os limites da graça e tinha se tornado um cidadão violador da lei. Então ele tinha de receber o devido tratamento.
E toda lei tem uma penalidade, pois, a penalidade por transgredir a lei de Deus é morte. E ela tinha que projetar morte para a raça humana. E toda a raça humana está sob pena desta lei.
Agora, quando Adão e Eva tinham pecado, não havia maneira, nenhum outro remédio para que pudessem algum dia estar na Presença de Deus novamente, a menos que aquele pecado fosse acertado. E nenhum homem pode cometer pecado de qualquer tipo, não importa quão pequeno ou quão grande, aquele pecado individual tem de ser acertado antes que aquele que o cometeu possa ficar na Presença do Santo Deus.
De forma que, quando Adão e Eva tinham pecado e tinham transgredido a lei, eles eram súditos da morte. E a lei tinha de ser executada; por conseqüência, isso colocou toda a raça humana sob a pena de morte. Agora, se pudermos simplesmente nos acalmar por uns momentos agora, em nosso pensamento, e olhar para este grande quadro, e lembrar que cada pessoa aqui está inclusa nisto. Cada homem e mulher, criança, está incluído na pena de morte, pela transgressão do cabeça da raça humana, Adão; pela sua transgressão cada um de nós caiu vítima do pecado.
E o pecado tem de ser acertado. E então, Deus, em Sua grande infinidade e Seu grande amor...A lei era para separar o pecador de seu Criador; então ele ficou aniquilado, e totalmente aniquilado, não haveria maneira dele jamais voltar, a menos que aquele pecado fosse acertado. E seria muito fácil então crer em uma total aniquilação do pecador no final, pois ele está completamente, para sempre separado da Presença de Deus.
Agora notem este pecado. E como Deus, sendo justo, e nada mais Ele podia fazer senão ser justo, pois Ele é o recurso de toda justiça, então não haveria nada mais para Ele fazer a não ser aplicar a pena por esta transgressão. E a pena era morte, pois Ele disse: “No dia em que comerdes dela, nesse dia certamente morrereis.” Agora, é um quadro escuro o que temos aqui.
Mas então se voltarmos só um pouquinho, e verificarmos os próprios atributos de Deus, a Bíblia claramente nos diz que “Deus é amor”. Mas ainda sendo amor, Ele tem de ser justo. Então, amor não significa apenas uma coisa que se possa acariciar ou brincar. Amor é a justiça de Deus.
Agora, quando Deus viu que Seus filhos tinham transgredido Sua lei e que deveriam padecer a morte, então o amor soberano entrou em cena para fazer um caminho. Pois Deus viu que era para estes filhos ser absolutamente, totalmente aniquilados de Sua Presença. Não havia nada mais a ser feito, pois tinham transgredido Sua lei, e a pena de Sua lei era morte.
E então o amor de Deus se compadeceu de Seus súditos. E quando o amor divino é projetado, a graça soberana produz o objeto do amor. E Deus, por presciência, quando Ele tanto amou Sua raça; ainda, sob a penalidade, Ele fez com que a morte substitutiva sucedesse no jardim do Éden. Isto é, Ele substituiu uma criatura inocente, um cordeirinho, que não conhecia pecado, e serviu como substituto, para obrar e para morrer no lugar do pecador culpado. E foi um cordeiro, morto, para manter a vida de Seus súditos.
Por todo o Antigo Testamento oferecia-se o sangue de cordeiros e cabritos, ovelhas, touros e novilhas, uma morte substitutiva. Mas, em toda a grande economia de Deus, havia no fundo de Sua mente, o real Objeto por vir, o que seria. Eles eram sobras do real Objeto que estava por vir. E o real Objeto que estava por vir era Seu Filho unigênito. Todos os cordeiros que morreram eram apenas uma sombra. E eles apenas falavam da vinda do Calvário.
Mensagem: A Perfeição - parágrafos: 8-21
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